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A vacina para o novo coronavírus
 
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 A BUSCA PELA VACINA Imprimir Enviar Guardar
 

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Vacina contra a covid-19: a grande esperança. Foto: Background photo created by freepik.

Desde o início da pandemia causada pelo novo coronavírus, o mundo se debruçou sobre a busca por uma vacina que fosse eficaz e segura para combater a pandemia da covid-19. O desenvolvimento de várias pesquisas, realizado em diversos países resultou em um panorama bastante confiável e na possível liberação de uma vacina em um prazo de menos de um ano, fato este inimaginável até pouco tempo atrás. Os procedimentos de produção e teste de uma vacina costumam levar muito mais tempo do que isso, tendo que passar por quatro fases distintas antes de sua liberação para uso na população de uma maneira mais geral. O cenário mais otimista, de acordo com Maurício Zuma, diretor do Instituto Bio-Manguinhos/Fiocruz, é que a vacina desenvolvida pela Universidade inglesa de Oxford, que está sendo testada no Brasil em parceria com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) poderia estar disponível, de forma segura para a população, em até 4 meses após a apresentação dos resultados dos testes clínicos que já foram iniciados.

Nas últimas semanas se falou muito sobre essa vacina de Oxford que, dentre as diversas vacinas testadas, tem mostrado resultados bastante robustos e aparece como uma das alternativas mais promissoras para elaboração de uma vacina global. Entretanto, esta não é a única alternativa, no mundo existem cerca de 150 projetos de diferentes vacinas em desenvolvimento. Destas, pelo menos 20 já iniciaram os testes em seres humanos, sendo que duas delas, incluindo a vacina de Oxford, já estão na “fase 3” de desenvolvimento, na qual milhares de pessoas são vacinadas, com o intuito de se avaliar a eficácia, segurança e possíveis reações adversas causadas pela vacina. Esta seria a última fase antes do registro e regulamentação da vacina pelos órgãos competentes, a partir daí a vacina já poderia ser liberada para testes em maiores escalas.

Normalmente a produção de uma vacina leva em torno de três anos, e cada fase pode durar de 6 meses a um ano. No caso da vacina contra o coronavírus estas fases estão sendo comprimidas e cada uma delas tem durado em torno de apenas 3 meses. De uma maneira geral, todas as vacinas são produzidas a partir de estudos iniciais sobre um determinado vírus ou bactéria patogênica, que determinem características viáveis de serem reconhecidas e combatidas pelo sistema imunológico. A partir dessa definição, todos os processos de multiplicação desta característica ou de atenuação dos organismos são padronizados e testados exaustivamente em laboratório para verificar seus níveis de segurança e sua eficácia. Se os resultados dessa primeira fase forem satisfatórios, dá-se início a fase de testes em animais. Todos os tipos de respostas imunológicas são medidos em cobaias, bem como os efeitos adversos e colaterais que podem ser provenientes das vacinas. Se tudo ocorrer bem e os resultados estiverem dentro de um nível de segurança e eficácia estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), se iniciam os testes em humanos.

Nesta etapa, são realizadas mais quatro fases de ensaios clínicos, sempre seguindo protocolos rígidos de análise. As duas primeiras fases são realizadas em grupos pequenos de pessoas adultas em que são avaliadas a segurança e a eficácia das vacinas em seres humanos. Somente se os resultados forem positivos nas duas primeiras fases é que os estudos prosseguem para as fases seguintes, em que são avaliados um número maior de pessoas, podendo incluir crianças quando necessário. Outras variáveis também são analisadas nesta fase, como os melhores métodos de aplicação, os custos envolvidos com o processo de fabricação e de suas respectivas campanhas de vacinação, a viabilidade de uso, entre outros aspectos. Todos os resultados obtidos são amplamente divulgados em estudos científicos. Somente após estas fases é que a vacina é liberada para quarta fase, que consiste na comercialização para a população, na qual novos estudos clínicos são realizados para confirmar a segurança e eficácia da vacina em amostras maiores, bem como permitir a observação de novos resultados e ajustes nos procedimentos dos esquemas vacinais, por exemplo, determinando-se o número de doses necessários para a efetiva imunização da população. No Brasil, todas estas fases são regulamentadas pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que analisa todos os dados da pesquisa, observando a eficácia e a segurança da vacina em dados obtidos com milhares de pessoas.

Em relação ao novo coronavírus, como dito anteriormente, estas fases de desenvolvimento da vacina estão sendo comprimidas e realizadas de forma acelerada. A expectativa, segundo a OMS, é que milhões de doses de uma vacina contra a covid-19 possam ser produzidas ainda este ano, até o final de 2021 pelo menos 2 bilhões de doses já devem ter sido ministradas para a população mundial. Neste primeiro momento devem ser vacinados os profissionais de saúde, principalmente aqueles da linha de frente do combate a covid-19, pessoas vulneráveis, incluindo idosos e pessoas com outros tipos de comorbidades clínicas e trabalhadores de locais com alto índice de transmissão como professores, agentes penitenciários, entre outros.


QUAIS VACINAS SÃO MAIS AVANÇADAS?
O desenvolvimento de diversas vacinas, de forma simultânea, é uma grande notícia sobre as perspectivas mundiais no combate à covid-19. Isso garantiria uma imunização da população de forma global de forma extremamente eficaz, tendo em vista que cada população, possui um arcabouço genético distinto, além do vírus sofrer pequenas modificações genéticas em diferentes partes do planeta. Assim, uma vacina que fosse eficaz no Brasil, talvez não seria na China, por exemplo. Além disso, não é incomum que uma vacina, já em fases finais de testes clínicos, tenha que ser descartada por não apresentar um nível de segurança adequado ou por outros fatores adversos. Logo, se uma vacina dessas fracassar, existiriam ainda diversas alternativas em andamento, o que não alteraria os prazos de imunização ativa da população.

Dentre as centenas de vacinas que estão sendo desenvolvidas, pelo menos dez delas tem se destacado pela forma acelerada com que estão passando pelas fases de testes e com resultados muito promissores. Todas elas já estão na fase clínica de desenvolvimento, ou seja, já estão sendo testadas em seres humanos. A vacina mais avançada, até o momento, foi desenvolvida na Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. Esta vacina, que inclusive já está sendo testada no Brasil, é a única que se encontra na terceira fase de desenvolvimento. Segundo pesquisadores da Universidade britânica, o avanço nas pesquisas e na implantação da vacina têm sido eficazes e acelerados devido a estudos anteriores realizados com outros tipos de coronavírus, principalmente aqueles causadores da SARS (síndrome respiratória aguda grave) e da MERS (síndrome respiratória do Oriente Médio). Vacinas contra estas doenças já haviam sido desenvolvidas pela Universidade, o que facilitou a determinação de dados de segurança dos estudos, permitindo que algumas etapas iniciais pudessem ser suprimidas. Os resultados estão sendo tão promissores que a AstraZeneca já vem produzindo a vacina em grande escala mesmo antes da conclusão dos experimentos. A esperança é que até o mês de setembro os estudos clínicos estejam finalizados e, no mais tardar, em dezembro, esta vacina esteja disponível para a população.

Outra vacina bastante avançada em termos de desenvolvimento é produzida pela empresa americana farmacêutica Pfizer em parceria com a empresa alemã BioNTech. Esta vacina já se encontra na fase 2 dos testes clínicos e possui uma abordagem de produção bastante diferenciada da vacina desenvolvida em Oxford, utilizando apenas o material genético viral, o RNA (outras vacinas tendem a utilizar material proteico viral ou os próprios vírus atenuados). Nessa abordagem, fragmentos do RNA viral são introduzidos no organismo humano, que produziria proteínas virais específicas, induzindo o sistema imunológico a reagir a elas e, consequentemente, imunizar a pessoa quando em contato com o vírus. Até o momento quatro vacinas de RNA estão sendo testadas de forma simultânea e apresentado resultados promissores. Entretanto, vacinas de RNA, de um modo geral, ainda não são aprovadas e nunca haviam sido permitidos testes em seres humanos. Desta maneira, se a vacina conseguir passar por todos os testes clínicos e se mostrar segura e eficaz seria uma grande inovação científica que mudaria completamente a forma de produção de vacinas, tendo em vista a rapidez com que elas poderiam ser fabricadas.

Na mesma linha da Pfizer, a farmacêutica Moderna, radicada nos Estados Unidos, também tem tentado desenvolver uma vacina de RNA para combater o novo coronavírus. Em um curto período a vacina entrou na fase 2 de testes clínicos e tem recebido grandes investimentos do governo americano, que já reservou 300 milhões de doses mesmo antes da confirmação final da eficácia da vacina. Apesar disto, a empresa tem recebido algumas críticas da comunidade científica devido à forma de divulgação de seus resultados iniciais, tendo em vista que estes não foram publicados em artigos científicos validados, sendo simplesmente divulgado os dados brutos para a imprensa. Outras empresas americanas também estão prestes a iniciar as fases de testes clínicos de suas vacinas, é caso da Novavax, e da Inovio, estas duas indústrias farmacêuticas americanas tem divulgado resultados robustos nas fases pré-clínicas de testes da vacina (testes em cobaias). A primeira delas utiliza um método diferente de todas as outras vacinas que já entraram em testes clínicos, a Novavax tem utilizado pequenos peptídeos, obtidos de fragmentos de proteínas do Sars-Cov-2, nome científico dado ao novo coronavírus, permitindo que a pessoa que receba a vacina seja imunizada sem que tenha contato com o vírus, dentre as vacinas desenvolvidas esta é a única a utilizar este método. A vacina da Inovio utiliza uma técnica semelhante àquelas desenvolvidas pela Pfizer e pela Moderna, só que utilizando DNA ao invés de RNA como material base de produção da vacina.

Um outro país que tem se destacado na corrida da produção de uma vacina para o novo coronavírus é a China: pelo menos 4 vacinas desenvolvidas no país já iniciaram os testes clínicos. O projeto mais avançado está sendo desenvolvido pelo Instituto de Biotecnologia de Pequim, chamado de CanSino, a vacina produzida pelos chineses utiliza uma metodologia de produção da vacina similar ao da vacina desenvolvido pela Oxford, que utiliza um adenovírus, um vírus típico dos resfriados comuns, para transportar um fragmento do RNA do Sars-Cov-2. Esta vacina já está na fase 2 dos testes clínicos e, apesar do pequeno número de pessoas testadas, tem demonstrado resultados muito satisfatórios. Atualmente a empresa chinesa estabeleceu uma parceria com o Canadá para iniciar a nova etapa de testes.

As outras vacinas chinesas com etapas avançadas utilizam os métodos mais tradicionais de produção, nas quais os vírus, causadores das doenças, são mortos ou atenuados e, depois disso, aplicados nas pessoas. Desta forma, mesmo que os vírus sejam incapazes de causar a doença ou se proliferar no organismo, eles ainda são reconhecidos como agentes estranhos no nosso corpo, ativando o sistema imunológico. É o caso das vacinas produzidas pela Sinopharm (Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan), no primeiro epicentro da doença no mundo, e da Sinopharm (Instituto de Produtos Biológicos de Pequim). Ambas as vacinas já estão na fase 2 de testes clínicos, entretanto, os estudos em Pequim têm se desenvolvido mais rapidamente. Os pesquisadores chineses acreditam que a vacina poderá estar disponível para a população até dezembro de 2020. Além dessas, existe ainda a vacina CoronaVac, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, também uma vacina de vírus atenuado e que tem apresentado bons resultados, se encontrando na fase 2 dos testes clínicos, porém sem previsão de início para a fases 3 de testes, que será realizada em parceria com o Brasil e com o Reino Unido. Aqui no Brasil a parceria foi estabelecida com o instituto Butantã, que irá auxiliar, além do desenvolvimento da vacina, na sua produção e comercialização na América Latina.



AS VACINAS QUE ESTÃO SENDO DESENVOLVIDAS EM PARCERIA COM O BRASIL
No Brasil existem iniciativas de produções de vacinas próprias, desenvolvidas completamente em território nacional. Estas vacinas estão sendo testadas, ainda em fase inicial, pela Fiocruz, pelo Instituto Butantã e pela USP (Universidade de São Paulo). Além disso, o Brasil fechou recentemente duas parcerias específicas de colaboração para testes de vacinas que se encontram em estado mais avançados de testes, ou seja, que já iniciaram seus testes em seres humanos e estão na fase 2 ou 3 de testes clínicos. As duas vacinas específicas que já iniciaram seus testes por aqui são a produzida em Oxford e a chinesa da Sinovac. Estima-se que, nesta primeira fase de testes, cerca de onze mil voluntários brasileiros irão receber doses destas duas vacinas. A maioria dos voluntários são agentes de saúde que trabalham na frente de combate do novo coronavírus. No caso da Vacina de Oxford, os voluntários estão sendo selecionados pela Unifesp e pela Rede D’Or de São Luiz e pelo Instituto D’Or no Rio de Janeiro, já a seleção de voluntários para a vacina chinesa está sendo realizada pelo Instituto Butantã.

A vacina da Oxford, chamada de ChAdOx1 nCoV-19 é, sem dúvida, a que possui experimentos em níveis mais avançados atualmente. Para o desenvolvimento da vacina, os pesquisadores da Universidade de Oxford, utilizaram um vírus que causa gripe em chimpanzés chamado de ChAdOx, o qual não tem efeito em seres humanos devido a manipulações genéticas realizadas pelos pesquisadores. Junto a este vírus foi acoplado uma proteína específica que fica localizada na parte externa do novo coronavírus, chamada de glicoproteína de pico. Esta proteína é a responsável pela ligação do Sars-Cov-2 às células humanas, sendo fundamental no processo de infecção de células do sistema respiratório. Assim, o reconhecimento desta proteína específica pelo sistema imunológico humano possibilitaria a produção de anticorpos especializados em reconhecer e destruir o novo coronavírus. A universidade britânica ressaltou que os testes com a ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil são fundamentais, tendo em vista o alto número de contágios que acometem o país. Na primeira fase, que já teve início, cerca de dois mil paulistanos receberão a vacina, testes no Rio de Janeiro e no Maranhão se iniciarão em breve. Além dos brasileiros cerca de trinta mil americanos e 10 mil britânicos também participarão dos testes. Este número será maior nas etapas subsequentes segundo os responsáveis pelo estudo no Brasil. A indústria farmacêutica AstraZeneca, que atua em parceria com pesquisadores da Oxford, relatou que acredita ser possível produzir cerca de 1 bilhão de doses desta vacina nos próximos anos.

Especialistas afirmam que os resultados são tão promissores com essa vacina, que será possível o licenciamento e regulamentação da ChAdOx1 nCoV-19 para fins emergenciais, até o final de outubro. Entretanto a disponibilidade para a população de uma maneira geral ainda pode demorar em torno de doze a dezoito meses. A parceria com o Brasil é importante não só do ponto de vista clínico, mas também se torna uma vantagem, pois a eficácia dela para o tipo específico de vírus que circula aqui seria uma segurança ainda maior para o povo brasileiro.

Outro grupo receberá a vacina chinesa CoronaVac, produzida pela Sinovac Biotech, localizada em Pequim, uma das precursoras na produção da vacina contra a gripe aviária. A Coronavc foi a primeira vacina a sair dos testes em animais e avançar para os testes clínicos. Os primeiros dados sobre a vacina foram divulgados na revista Science e chegou a provocar algumas críticas da comunidade científica, devido principalmente ao número amostral utilizado nas fases pré-clínicas dos testes. Apesar das críticas, os testes em humanos tiveram início no dia 16 de abril e a fase 3 de testes começará muito em breve. Segundo a Sinovac, a empresa acredita que mesmo com sua estrutura atual será possível a produção de cerca de 100 milhões de doses por ano. No Brasil, o Instituo Butantã ficaria responsável por esta produção garantindo o acesso à vacina pela população brasileira. Os testes com a CoronaVac terão início em julho, após aprovação pela ANVISA, e deverão ser aplicados em cerca de 9 mil brasileiros e, segundo o cronograma da pesquisa, os testes deverão ser finalizados até final de setembro.


QUANDO A VACINA ESTARÁ REALMENTE DISPONÍVEL
Ainda não se sabe ao certo quando uma vacina eficiente e segura contra a covid-19 estará disponível para a população como um todo e isto depende de diversos fatores. A primeira grande questão que deve ser levantada é se as vacinas que estão sendo produzidas funcionarão para a população mundial, de uma única forma. A resposta, segundo especialistas, é que isto é praticamente impossível e que devemos apostar em ter várias vacinas distintas que seriam capazes de atuar, de forma eficiente, em grande parte da população mundial.

Outro fator importante está relacionado às fases de testagem da vacina, que são extremamente importantes e que não devem ser suprimidas, tendo em vista a necessidade absoluta de segurança e eficácia que as vacinas devem possuir. Algumas destas etapas têm sido aceleradas como nunca se havia feito antes e a previsão de possíveis erros nessas etapas fica comprometida. Além disso, em torno de 60% das vacinas que chegam à fase 3 de testes clínicos tendem a ser rejeitadas antes de seu registro.

A colaboração brasileira nos estudos é, sem dúvida, uma grande vantagem, seja pela funcionalidade da vacina, seja pela possibilidade de produção da vacina em território brasileiro. Entretanto, a parceria estabelecida não é, por si só, uma garantia que o país receba estas doses iniciais, tendo em vista que o desenvolvimento real da vacina está sendo realizado pelos grandes conglomerados farmacêuticos mundiais, a chamada “Big Pharma”, que tem interesses e investimentos financeiros enormes e que tendem a se associar primariamente aos países mais ricos do mundo, desta maneira países como o Brasil, mesmo contribuindo com as pesquisas, podem ser contemplados com a vacina somente em um momento posterior. Devido a isso, especialistas são unânimes em afirmar que mesmo com o desenvolvimento dessas vacinas é importante que o Brasil continue investindo tempo e dinheiro no desenvolvimento de suas vacinas próprias, o que poderia tornar o país independente de interesses financeiros internacionais.

O Brasil tem potencial, tecnologia e profissionais capazes de desenvolver uma vacina eficiente em um curto período de tempo. Desde o início da pandemia, institutos e universidades brasileiras, como a Fiocruz, o Butantã, USP, Unifesp, entre outras, tem unido esforços para tentar desenvolver uma vacina e o avanço para as fases clínicas de testes é apenas uma questão de tempo. Não se sabe o tempo em que a vacina deverá estar disponível para nós, nem mesmo se ela será inglesa, chinesa, americana ou brasileira. Porém não existe dúvida que o desenvolvimento da vacina é a grande chance de controle da pandemia e de que se evite a morte de ainda mais pessoas. Não existem remédios comprovadamente eficazes contra o novo coronavírus e a grande esperança de todos é que estas vacinas estejam o mais rápido possível disponíveis para a população mundial de forma segura e eficiente.


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