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As doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti
FEVEREIRO 2017
 
 
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AEDES E AS DOENÇAS

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Diferenças e semelhanças entre dengue, zika, chikungunya e febre amarela


Sempre às voltas com doenças transmitidas por mosquitos, o Brasil vê o leque de enfermidades transmitidas por este inseto aumentar cada vez mais. Dengue, chikungunya, zika e febre amarela têm estado constantemente entre as principais preocupações dos brasileiros.


O costumeiro inimigo é o Aedes Aegypti, principal responsável pela transmissão dessas doenças em centros urbanos. Além dele, há o Aedes albopictus, outra espécie capaz de transmitir o vírus do chikungunya. E, no caso da febre amarela, além do Aedes Aegypti, existem mosquitos transmissores de gêneros diferentes, Haemagogus e Sabethes, que transmitem a doença em regiões silvestres.

O primeiro a detectar a relação entre o mosquito Aedes e as doenças transmitidas por ele foi o médico cubano Carlos Juan Finlay (1833-1915), que estudou Medicina nos Estados Unidos e clinicou em Havana, possibilitando todas as descobertas que foram feitas posteriormente em relação a essas doenças e suas formas de transmissão. No Brasil, o pioneiro no que diz respeito a medidas de saúde pública foi Oswaldo Cruz (1872-1917), que se engajou em medidas como fornecer informação à população, combater o mosquito transmissor e introduzir a prática da vacinação.

O Aedes aegypti mede menos de um centímetro, sendo preto, com listras brancas no corpo e nas pernas. Ele passa por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulta. As larvas se transformam em pupas e, em cerca de dois dias, estas pupas se transformam em insetos adultos, que vivem em média 45 dias. No período de acasalamento, a fêmea, hematófaga, precisa de sangue para garantir que seus ovos se desenvolvam. Com picada indolor, ela morde preferencialmente durante o dia, no começo da manhã ou no fim da tarde e, embora não ataque no sol quente, pode fazê-lo na sombra ou no interior das casas. Se bem-sucedida, ela então coloca seus ovos em água parada, e lá mesmo as larvas se desenvolvem.

Com o processo de urbanização, que faz com que as florestas sejam desmatadas, as pessoas se aproximam mais de áreas silvestres, que tendem a apresentar um maior número destes insetos, que são vetores fundamentais para a propagação destas doenças. Além disso, a facilidade de locomoção e as viagens internacionais ocasionam um maior alcance da transmissão de doenças. Quando o vírus chega a uma localidade e passa a se espalhar nesse território sem a presença de pessoas que estiveram em outras áreas consideradas de risco, diz-se que a contaminação está se dando de forma autóctone.

O Brasil apresenta um ambiente favorável à proliferação desses mosquitos, tanto por suas características naturais (clima quente e húmido) como pelas questões sociais (pessoas vivendo em situações precárias, sem rede de esgoto ou água encanada e armazenando água de forma a favorecer a reprodução do inseto). Dessa forma, é muito difícil de controlar o aumento da população dos mosquitos transmissores, sendo necessária constante fiscalização, orientação e apoio da população no combate, o que acaba acontecendo de forma irregular.


Prevenção
Para todas essas doenças, a maior forma de prevenção ainda é combater a proliferação dos mosquitos, evitando que água se acumule e fique parada em sua residência e, se possível, nas proximidades dela. Para evitar as picadas, é possível colocar tela nas janelas, usar repelentes e usar mangas e calças compridas. Além disso, quando há vacina disponível em sua região, é aconselhável tomá-la de acordo com as orientações médicas. Dessa forma, você protege a si mesmo, a sua família e a sua comunidade.

Entre as medidas de saúde pública, estão campanhas de vacinação, bem como o fornecimento de informação à população e a fiscalização em residências para verificar se os cuidados necessários estão sendo tomados pela comunidade. Segundo o Ministério da Saúde, em 2015, foram gastos cerca de R$ 500 milhões no combate a doenças causadas pelo Aedes aegypti no Brasil, incluindo investimento em pesquisas e compra de larvicidas e equipamentos de pulverização.

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Tratamento
Como os sintomas dessas doenças podem ser muito parecidos ou até mesmo confundidos com os de uma gripe forte, é possível contraí-las e se curar delas sem nem mesmo perceber. Quando os sintomas se agravam, no entanto, muitas vezes, para ter um diagnóstico confiável, é necessário fazer, além da análise clínica, um exame de sangue para confirmar qual vírus atacou o organismo em questão.

A natureza viral dessas doenças, no entanto, permite apenas que seus sintomas sejam tratados, não havendo um tratamento capaz de extinguir o vírus do corpo, que tende a produzir a cura por conta própria, por meio da produção de anticorpos. Repouso, ingestão de líquidos e procura de orientação médica são as melhores indicações em caso de contaminação. Em todos os casos, o ácido acetilsalicílico (aspirina), analgésico muito comum, não deve ser usado, por seu risco de causar hemorragia. Isso vale também para anti-inflamatórios não hormonais, como diclofenaco, ibuprofeno e piroxicam.

Para entender melhor algumas das diferenças e semelhanças entre essas doenças, verifique as informações a seguir:


DENGUE


No mundo: Os primeiros indícios de epidemia de dengue remetem ao século 18, na Ásia, África e América do Norte. Elas se tornaram mais comuns no final do século 20, tendendo a se fortalecer de seis e seis anos, na medida em que as populações vão perdendo sua imunidade.

No Brasil: Os primeiros registros da dengue no Brasil ocorreram em meados do século 19, havendo um eficaz controle da doença no começo do século seguinte, por meio dos esforços feitos por Oswaldo Cruz. O vírus, porém, voltou a circular de forma mais intensa no fim do século 20, eventualmente apresentando novos sorotipos. Houve grandes surtos de dengue no Brasil em 1990 e 2013. Segundo dados do Ministério da Saúde, o ano de 2015, ficou marcado por apresentar um dos maiores números de casos de dengue na história do país, chegando a um total de 1.649.008. Um dos agravantes foi a crise hídrica ocorrida principalmente no estado de São Paulo, o que fez com que muitas pessoas passassem a armazenar água de forma inadequada em casa, criando um ambiente propício para a proliferação do mosquito. Em 2016, o número não diminuiu muito, chegando a 1.496.282. O número de mortos pela doença, por sua vez, foi de 629, também marcando uma diminuição em relação ao ano anterior, quando 984 pessoas morreram.

Regiões mais afetadas: Em fevereiro de 2017, o estado brasileiro que apresentava o maior número de casos de dengue era Minas Gerais. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul vinham em seguida.

Transmissão: Existem quatro tipos de vírus, que podem ser transmitidos pela picada do mosquito Aedes aegypti. O mosquito se infecta ao picar uma pessoa contaminada quando esta está manifestando os sintomas. Na sequência, o inseto incuba o vírus de 8 a 11 dias. A pessoa infectada fica imune àquela variação viral, mas ainda fica vulnerável às outras três. Uma segunda infecção, no entanto, tende a conduzir o infectado ao quadro hemorrágico da doença.

Sintomas: Os sintomas, que costumam desaparecer cerca de cinco dias depois de surgirem, aparecem normalmente uma semana após a picada e são parecidos com os de uma gripe forte. São eles: febre e erupções na pele, além de fortes dores de cabeça, atrás dos olhos, nas articulações e nos músculos. Náusea, falta de apetite, vômito e diarreia também são possíveis sintomas.

Maiores riscos: A dengue hemorrágica é a forma mais grave da doença e pode provocar choque (uma queda brusca de pressão) e até a morte, provocando hemorragia gastrintestinal e de mucosas, uma vez que ocorre uma grande diminuição no número de plaquetas, prejudicando a coagulação. Pode haver confusão mental, agitação e insônia, bem como perda da consciência. Além disso, é possível sentir secura na boca, muita sede, dificuldade para respirar, palidez e fortes dores abdominais.

Vacina: Existe uma vacina aprovada, mas, em fevereiro de 2017, a vacina era disponibilizada gratuitamente apenas no estado do Paraná. Nos outros estados brasileiros, a vacina ainda era comercializada apenas na rede privada. O fato de haver quatro sorotipos do vírus da dengue foi um fator que dificultou o desenvolvimento de sua vacina, bem como diminuiu as expectativas quanto a uma efetiva eficácia na imunização.

Tratamento: Não existe um tratamento específico e as medidas são mais focadas no alívio dos sintomas e no impedimento, por meio de cortinas e repelentes, de que os infectados sejam picados enquanto estão apresentando sintomas, para evitar maior propagação da doença. É importante ingerir bastante líquido e, no caso da dengue hemorrágica, pode haver necessidade de transfusão de sangue.


CHIKUNGUNYA


No mundo: Foi na Tanzânia, África, em 1950, que o vírus do chikungunya foi isolado pela primeira vez. (O nome da doença é uma referência do dialeto local ao fato de as pessoas contaminadas se curvarem em decorrência das dores nas costas e articulações.) Foi apenas em 2004, no entanto, que passaram a surgir surtos maiores da doença no Quênia, espalhando-se pelas ilhas próximas. Dois anos depois, o vírus chegou de forma maciça à Índia, atingindo as Américas em 2010.

No Brasil: O vírus do chikungunya foi registrado no Brasil pela primeira vez em 2010, mas começou a circular no país quatro anos depois. O primeiro caso de morte relacionada ao chikungunya no Brasil aconteceu em 2016, em Recife, quando uma jovem indígena morreu em decorrência de uma miosite aguda, inflamação muscular relacionada ao vírus. Segundo o Ministério da Saúde, o número de pessoas infectadas pelo vírus no Brasil, em 2016, chegou a 265.554, com um total de 159 mortes em decorrência da doença. Foi um aumento brutal em relação ao ano anterior, quando 38.499 casos foram registrados, com um total de 14 mortes.

Regiões mais afetadas: Em 2016, a região mais afetada pelo chikungunya foi o Nordeste, principalmente Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.

Transmissão: A doença é transmitida pela picada dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, porém outras formas de contaminação ainda são investigadas.

Sintomas: Caracteriza-se por dores nas articulações, podendo deixar sintomas crônicos por um bom tempo após a infecção. Além disso, a doença pode provocar febre alta, mal-estar, cansaço, cefaleia, erupções cutâneas, náuseas, vômitos, bem como dores musculares e nas articulações, principalmente mãos e pés. É comum haver recaída dez dias após o início da doença.

Maiores riscos: Uma parcela de pessoas contaminadas continua a apresentar sintomas até mesmo anos depois do início da doença, podendo desenvolver quadros inflamatórios graves e dores incapacitantes.

Vacina: Em 2014, uma vacina experimental contra o chikungunya foi testada em adultos saudáveis pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infeciosas (Niaid, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, demonstrando eficiência. Em fevereiro de 2017, porém, ainda não havia uma vacina contra o chikungunya liberada.

Tratamento: Como nos demais casos, é possível apenas amenizar sintomas. São indicados repouso, bem como ingestão de água e administração dos analgésicos e anti-inflamatórios liberados, sob acompanhamento médico. Acupuntura, fisioterapia e compressas podem ser boas formas de tratar e aliviar as dores crônicas.


ZIKA VÍRUS


No mundo: A primeira vez que o zika vírus foi identificado foi em 1947, num macaco-rhesus, na floresta Zika, em Uganda (daí o nome da doença). Na década seguinte, casos do vírus em humanos surgiram em outras localidades do continente africano, bem como na Ásia. Surtos mais importantes aconteceram em ilhas próximas aos Estados Federados da Micronésia (2007) e na Polinésia Francesa (2013-2014). O primeiro caso que chamou a atenção para a possibilidade de transmissão da doença por via sexual aconteceu nos Estados Unidos, em 2008, quando um cientista que havia viajado ao Senegal contraiu a doença e a transmitiu a sua esposa ao voltar ao seu país de origem. A confirmação dessa forma de transmissão do vírus foi confirmada apenas oito anos depois, quando o vírus também começou a circular em território americano.

No Brasil: O vírus começou a circular no país em 2015. No mesmo ano, casos de microcefalia em bebês começaram a surgir em Pernambuco. A relação entre a doença e problemas neurológicos congênitos foram confirmadas no ano seguinte pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês). Em fevereiro de 2017, ainda não estava claro se havia algum outro cofator influenciando no grande número de bebês com microcefalia em Recife, uma vez que o número de casos ocorridos na região foi maior do que os de outras localidades onde o vírus também circula. Segundo o Ministério da Saúde, foram registrados 214.193 casos de contaminação por zika no Brasil em 2016, havendo três casos de morte em decorrência da doença.

Regiões mais afetadas: Em janeiro de 2017, os estados brasileiros com maior número de casos de infecção por zika eram Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, sendo seguidos pela Bahia.

Transmissão: A principal forma de transmissão da doença é pela picada do mosquito Aedes aegypti, mas o vírus da zika também pode ser transmitido sexualmente e de mãe para filho durante a gravidez.

Sintomas: Os sintomas do zika vírus costumam ser mais suaves e apenas 20% das pessoas contaminadas os apresentam. São eles: febre baixa, olhos vermelhos, coceira, erupções cutâneas com pontos brancos ou vermelhos, além de dores de cabeça, nos músculos e no corpo. As manifestações costumam durar cerca de sete dias e não costumam levar à morte.

Maiores riscos: Em 2016, foi encontrada uma relação entre a infecção por zika e a síndrome de Guillain-Barré, uma doença autoimune em que o sistema imunológico passa a atacar os nervos depois de uma infecção. No mesmo ano, foi confirmada a relação entre a contaminação pelo vírus em gestantes e casos de microcefalia em seus bebês. A microcefalia é uma malformação congênita que consiste num perímetro cerebral menor do que o típico para um bebê. Os fetos contaminados pelas mães, no entanto, podem sofrer outros tipos de danos em sua formação, como ter o sistema nervoso central afetado de forma a ocasionar problemas como epilepsia, deficiência auditiva e visual, bem como prejuízo psicomotor, além problemas em seus ossos e articulações.

Vacina: Em fevereiro de 2017, a vacina contra a zika ainda estava sendo testada, havendo grande expectativa em relação a uma vacina que pudesse ser aplicada em mulheres em idade reprodutiva. O fato de o vírus apresentar apenas um sorotipo é um fator positivo que facilita o desenvolvimento da vacina e viabiliza uma maior eficácia na imunização.

Tratamento: Assim como nos demais casos, a única coisa que se pode fazer é buscar a medicação necessária para aliviar os sintomas e aguardar que o vírus cumpra seu ciclo, repousando e ingerindo líquidos. Nos casos mais graves, a internação pode ser solicitada.


FEBRE AMARELA


No mundo: O vírus surgiu no litoral atlântico da América Latina e foi levado para África, Europa e América do Norte no século 16 em consequência das práticas coloniais, sendo responsável por grandes epidemias e muitas vezes atrapalhando os planos dos colonizadores europeus que facilmente sucumbiam à doença.

No Brasil: O primeiro registro de febre amarela no Brasil data de 1685, quando houve um surto em Olinda, Recife e em outras cidades pernambucanas. Em 1849, a chegada de um navio americano que havia passado por Cuba foi responsável pela primeira grande epidemia da doença no Rio de Janeiro. Quarenta anos depois, o vírus matou mais de 3% da população de Campinas, em São Paulo. Em 2017, dez anos depois do surto de 2007, o Brasil voltou a apresentar um novo surto de febre amarela. Segundo o Ministério da Saúde, durante todo o ano de 2008, 27 pessoas morreram em decorrência da doença. Em janeiro de 2017, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) já havia confirmado cerca de 32 mortes apenas no estado. Na mesma época, os demais estados da região Sudeste já se colocavam em alerta e passavam a reforçar a vacinação.

Regiões mais afetadas: Em janeiro de 2017, o estado brasileiro com maior número de casos de febre amarela era Minas Gerais. Em segundo lugar, mas bem menos afetado, vinha o Espírito Santo.

Transmissão: A doença é transmitida pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes, quando a transmissão ocorre em região silvestre, envolvendo a contaminação de macacos, mas também pode ser transmitida pelo Aedes aegypti em regiões urbanas. Além disso, os mosquitos transmitem a doença a seus descendentes por meio de seus ovos. O vírus fica incubado em seres humanos de 3 a 15 dias e pode infectar mosquitos transmissores durante o período em que os sintomas se manifestam.

Sintomas: Os sintomas da chamada “fase aguda” começam a aparecer de três a seis dias após a infecção. São eles: febre, perda de apetite, calafrios, forte dor de cabeça, dores nas costas e no resto do corpo, bem como náusea, vômito, cansaço e fraqueza.

Maiores riscos: Do total de infectados, cerca de 15% desenvolvem a forma mais grave da doença, entrando na chamada “fase tóxica”, que consiste em sangramentos da boca, nariz e olhos, bem como vômito e fezes com sangue, bem como urina escura. Além disso, é possível haver grandes danos aos rins, que podem até parar de funcionar. A icterícia, que tende a lesar o fígado e dar a cor amarelada à pele, é a responsável pelo nome de “febre amarela” dado à doença. Desses 15%, cerca de 20% a 40% acabam por morrer.

Vacina: A vacina contra febre amarela passou a ser produzida no Brasil a partir de 1937. Tem 95% de eficiência, é oferecida pela Sistema Único de Saúde (SUS) e demora cerca de dez dias para garantir a imunização. Deve ser ministrada principalmente a pessoas que residam ou viajem para regiões de risco, como zonas rurais e/ou endêmicas. Em situações de alto risco, bebês de seis meses de idade podem ser vacinados, mas o ideal é que a vacina aconteça aos nove meses, sendo reforçada aos quatro anos. Quando a primeira dose é tomada após os cinco anos de idade, o reforço deve ser feito dez anos depois. Em áreas epidêmicas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) avisa que apenas uma dose pode ser necessária, uma vez que a chance de entrar em contato com a doença antes do vencimento da primeira dose é muito grande, o que pode naturalmente reforçar a produção de anticorpos, sem a necessidade de uma segunda dose. Por causa dos riscos de reações, pessoas portadoras de doenças que provocam baixa imunidade, como lúpus, câncer e aids, por exemplo, bem como gestantes, não devem se vacinar. Depois dos 60 anos de idade, é necessário autorização médica para realizar a imunização.

Tratamento: É possível apenas tratar os sintomas, como febre, desidratação, hemorragias e insuficiência renal. Portanto, repouso e ingestão de líquidos são normalmente os recursos disponíveis para amenizar o quadro. Em situações mais graves, a internação pode ser necessária para que haja hidratação endovenosa e a administração de medicamentos corretos para o alívio dos sintomas.


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